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23.02.2022
Mandado de Segurança impetrado no STF tenta barrar processo de privatização da Eletrobras

Já tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), Mandado de Segurança com pedido liminar, para que sejam suspensos os trâmites de venda da Eletrobrás até que, em respeito à competência fiscalizatória do Congresso Nacional, as irregularidades denunciadas pela Câmara dos Deputados, sejam apuradas pelo TCU.

O Stiupb tem estado nessa luta contra a vendas das empresas públicas. Os funcionários da Chesf Campina Grande até entraram em greve mês passado e denunciam que, em isso se consolidando, as tarifas de energia devem aumentar substancialmente.

O mandado indica a inércia do Tribunal de Contas da União ao não analisar os Processos de Fiscalização e Controle (PFC) n. 55 e 56, encaminhados pela Câmara dos Deputados, omitindo-se das solicitações do Poder Legislativo e autorizando a continuidade dos trâmites de privatização da Eletrobrás, por meio do TC 008.845/2018-2.

A Comissão da Câmara apurou irregularidades no processo de desestatização da Eletrobrás, por meio de PFCs nº 55 e 56, assim a Casa Legislativa encaminhou pedido de apuração ao Tribunal de Contas da União, originando o TC-044.363/2021-4 e TC-044.362/2021-8 que foram autuados e recebidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

As denúncias encaminhas ao TCU, pelo Congresso Nacional, são o exercício constitucional da Câmara dos Deputados de fiscalização sobre o procedimento de desestatização da Eletrobrás, sendo dever do TCU apreciar as denúncias antes de qualquer consolidação de venda da estatal. O mandado foi movido pelo PT.

 

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