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Na tarde desta segunda-feira (05/05), o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT-13) sediou uma audiência crucial para o futuro das relações trabalhistas entre a ENERGISA PARAIBA - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. e o SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS URBANAS DA PARAÍBA (STIUPB). A sessão, conduzida pela Exma. Sra. Desembargadora do Trabalho HERMINEGILDA LEITE MACHADO, teve como foco o Dissídio Coletivo de número 0000438-67.2025.5.13.0000.
A audiência, iniciada às 14h, contou com a presença de representantes de ambas as partes. A Energisa Paraíba esteve representada pelo Sr. JORGE HENRIQUE GOMES PINTO FILHO, acompanhado de seu advogado, Dr. PEDRO HENRIQUE CITTADINO DA ROCHA (OAB 0022318/PB). Já o STIUPB foi representado por seu presidente, WILTON MAIA VELEZ, pelo diretor sindical, ADRIANO TEIXEIRA, ROBERTO NÓBREGA DE CARVALHO FILHO, e pelo diretor sindical GENILDO FERREIRA GOMES, todos assistidos pelo advogado Dr. ITALO ROSSI COSTA DE MIRANDA (OAB 0023631/PB). O Ministério Público do Trabalho (MPT) também se fez presente através do Excelentíssimo Procurador do Trabalho Dr. JOSÉ CAETANO DOS SANTOS FILHO.
Ao final da etapa de mediação, o STIUPB reiterou suas principais reivindicações, buscando uma solução negociada para o impasse. O sindicato propôs que:
- A Energisa absorva integralmente o índice de reajuste da mensalidade do plano de saúde, além de se comprometer a construir, em conjunto com os trabalhadores, uma proposta de mensalidade economicamente viável.
- A empresa inicie o pagamento de auxílio transporte a partir de junho de 2025.
- Seja efetuado o pagamento retroativo referente a novembro de 2024.
- Haja uma discussão e definição sobre as questões relativas ao Banco de Horas e ao Sobreaviso.
Por sua vez, a Energisa Paraíba solicitou o encerramento da fase de mediação e que o processo siga para julgamento. Contudo, a empresa se comprometeu a informar o sindicato até o dia 16 de maio caso consiga formular alguma proposta para solucionar o conflito.
Diante do impasse, o STIUPB manifestou sua disposição para manter o diálogo e insistiu na urgência de uma solução para o dissídio. A entidade sindical destacou a crescente tensão e ansiedade da classe trabalhadora por uma resposta que atenda aos seus interesses.
O desfecho deste dissídio coletivo é aguardado com expectativa pelos trabalhadores da Energisa Paraíba, que esperam uma resolução que contemple suas demandas e traga maior segurança para suas condições de trabalho e benefícios.
O TRT-13 terá a importante missão de mediar ou julgar o caso, buscando um equilíbrio entre os interesses das partes envolvidas.
