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Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, a decisão tomada pelo Desembargador Abraham Lincoln, de fazer com que o Estado operacionalizar as soluções sobre o fim do racionamento em Campina Grande, isso revela que a Cagepa é a instância competente para operar sobre o assunto “e não um grupo de vereadores, carregados de interesses partidários, sem conhecimento técnico, mas levando-se em conta apenas o fato de serem opositores ao Governador”.
Wilton Maia lamentou a politização que foi feita em torno do fim do racionamento: “Participei, ultimamente, de uma Audiência Pública, na Câmara de Vereadores, onde minha palavra foi cassada arbitrariamente pela presidente Ivonete Ludgério, e todos os técnicos presentes provaram que o fim do racionamento era possível”.
“É preciso esclarecer à opinião pública que a transposição das águas do São Francisco para a Paraíba está sendo feita exclusivamente para o consumo humano e que ela continuará chegando todos os dias. Então diante disso, não há sentido se continuar um racionamento, onde apenas os mais pobres é que sofrem, tendo que juntar água em baldes”, afirmou Wilton Maia.
Wilton Maia esclareceu que chega no Açude Epitácio Pessoa, o Boqueirão, diariamente, 2.620 litros por segundo; a Cagepa retira para distribuição 850 litros por segundo; a evaporação é de 250 litros por segundo; a irrigação para agricultores é de 200 litros por segundo. “Então, o saldo depois da retirada para distribuição e perda por evaporação é de 1.320 litros por segundo”, detalhou o presidente do Stiupb.
