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O Nordeste já decidiu que no próximo dia 28, os trabalhadores das Chesf, incluindo Campina Grande, estarão em greve por tempo indeterminado. Em alguns Estados o movimento já dura alguns dias e decorre pelo não atendimento de direitos da categoria chesfiana, bem como contra o desrespeito da Eletrobras que insiste em dar continuidade ao processo de privatização das empresas do sistema.
O processo de privatização tem continuidade em total desrespeito ao TCU (Tribunal de Contas da União) onde o referido processo se encontra ainda em apreciação, com pedido de vista do Ministro Vital do Rêgo. Todos os estudos apontam que consumado esse processo, haverá aumento de custos ao consumidor.
Em Furnas, o movimento já entra em seu oitavo dia; na Eletronorte da base Brasília, a greve começou em 24/1, tendo como objetivo, além de barrar alterações nos direitos dos eletricitários, por melhores condições de trabalho, contra as escalas abusivas e devido a ausência de testes de Covid na empresa, entre outras reivindicações.
A intenção do governo é publicar o edital de privatização no primeiro semestre de 2022 e entregar com valor ínfimo, um patrimônio do povo brasileiro que registrou um lucro de R$ 965 milhões só no primeiro trimestre de 2021. Para isso, vem pressionando o Tribunal de Contas da União (TCU) no sentido de aprovar o projeto ainda este ano e, dessa forma, assegurar que o processo de entrega das outorgas não se inicie no período eleitoral de 2022 e a privatização seja inviabilizada.
Outras imagens da Asembleia em Campina Grande
