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01.02.2022
Trabalhadores da Chesf suspendem greve, mas permanecem na luta contra a privatização da Eletrobras

Trabalhadores da Chesf campinense no momento da assembleia

Iniciada dia 28 último, a greve dos trabalhadores da Chesf chegou ao fim e, serviu, entre outras coisas, para unir a categoria em defesa da soberania nacional, por direitos e contra a privatização da Companhia, exemplo de empresa pública sólida, eficiente e que tem apresentado resultados eficientes em lucro e em serviços voltados para a população.

Em nota neste dia 1º, a Federação dos Urbanitários no Nordeste (Frune), afirmou que a paralisação foi uma grande resposta às ameaças da Eletrobras.

Diante do contexto de Pandemia, contudo, a Federação achou por bem se fazer uma avaliação criteriosa do movimento: ocorre que a Companhia não adotou o modelo de Teletrabalho e isso fez com que dirigentes sindicais e muitos trabalhadores fossem contaminados pela Covid.

O Presidente do Sindicato dos Urbanitários da Paraíba, Wilton Maia Velez, afirmou que os chesfianos em Campina Grande decidiram pela suspensão da greve, mesmo com o movimento tendo sido forte na cidade.

“Decidimos optar pela suspensão da greve. Por responsabilidade, não poderíamos colocar em risco a vida dos nossos trabalhadores, expondo-os ao risco nas portas das empresas. Isso não muda nosso foco de lutar. Muito pelo contrário, estamos mais fortes e com apoio de boa base parlamentar e de outros segmentos. Nossos guerreiros precisam ser preservados”, destacou o dirigente do Stiupb.

Confira a abaixo a íntegra da nota da Frune:

 

 

 

 

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