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Um dos diretores sindicais do Stiupb, Osvaldo Aristides, que é funcionário da Chesf em Campina Grande, participou, dia 23 passado, de uma reunião com representantes dos sindicatos do Nordeste e dirigentes da FRUNE (FEDERAÇÃO REGIONAL DOS URBANITÁRIOS DO NORDESTE), com o objetivo de discutir e planejar a atuação jurídica para o Dissídio de Natureza Jurídica ajuizado pela Eletrobras/Chesf, que objetiva a interpretação das diversas cláusulas normativas previstas no ACT da categoria chesfiana.
O encontro foi com os advogados Cezar Britto e Adriene Hassen, além dos demais assessores jurídicos das entidades sindicais que compõem a FRUNE.
Conforme Osvaldo, a Eletrobras/Chesf vem tentando a todo custo derrubar em vários Estados as decisões judiciais que impedem as alterações do plano de saúde do trabalhador (a) da Chesf. A holdind não aplicou as mudanças no benefício e como conseqüência, não aplicou também o reajuste salarial negociado no mesmo ACT.
Na reunião foi feita uma avaliação de todo esse processo. Para o advogado Cezar Britto, é importante refletir e analisar com extremo cuidado todos os aspectos dessa ação. “Temos que ser cuidadosos e muito minuciosos. É como um jogo de xadrez em que o movimento de cada peça interfere na configuração do tabuleiro”, comentou o advogado fazendo referência a importância de avaliar criteriosamente cada ação que tomaremos em conjunto com assessorias jurídicas dos sindicatos que compõe a FRUNE.
As assessorias jurídicas vão se reunir novamente essa semana para traçar a atuação de defesa e definir a melhor estratégia coletiva sobre as questões relativas ao plano de saúde e , também, sobre a aplicação do reajuste.
REPRESÁLIA - É lamentável que a direção da Eletrobras/Chesf como represália pela perda dos efeitos da famigerada CGPAR 23, suspensa no Senado Federal, não aplique os reajuste devido nos salários para os chesfianos. A decisão da empresa destrói o maior lema do nosso PCR: a tabela unificada. Teremos, portanto, um impacto muito ruim, sobretudo pelo fato de ser a única empresa do grupo que não rodou promoção por 6 anos e também não aplicou SAN. Importante destacar que a FRUNE e os sindicatos seguirão na luta, buscando as alternativas para reverter a situação. Só com a nossa união será possível resistir e virar o jogo! Fé na luta sempre!
