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28.01.2022
Trabalhadores da Chesf aderem à Greve em Campina Grande; movimento nacional defende a soberania nacional

O movimento se concentra na entrada da Chesf campinense

Como já havia sido deliberado em assembleia geral, os trabalhadores da Chesf Campina Grande estarão em greve por tempo indeterminado desde essa sexta-feira, 28. A paralisação acontece pelo não atendimento de direitos da categoria chesfiana, bem como contra o desrespeito da Eletrobras que insiste em dar continuidade ao processo de privatização das empresas do sistema.

Durante boa parte desta sexta-feira, os funcionários ficaram concentrados na entrada da Chesf, realizando assembleias e acompanhando os movimentos que acontecem em todo o País.

Diretores do Stiupb, nas pessoas de Adriano Teixeira, (vice-presidente), Guilherme Mateus, Alberto Coelho e Osvaldo Aristides (delegado sindical e funcionário da Chesf local), estiveram participando da mobilização, apoiando a categoria e passando informes das discussões nacionais.

Conforme o presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, os funcionários aguardam julgamentos que acontecem no TST em torno das reivindicações.

Os funcionários repudiam a forma como a Eletrobras vem conduzindo o processo de privatização da empresa, tendo em vista que o mesmo se encontra ainda em apreciação no TCU (Tribunal de Contas da União), com pedido de vista do Ministro Vital do Rêgo. Todos os estudos apontam que consumado esse processo, haverá aumento de custos ao consumidor.

“A paralisação nacional dos trabalhadores da Chesf é justa. Eles lutam por direitos, pela Soberania Nacional, em defesa da cobrança justa da energia ao consumidor e contra a privatização da Eletrobras”, destacou Wilton Maia.

Momentos da greve em Campina Grande:

 

 

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